Exercício físico é útil para a vida cristã?
Exercício físico é útil para a vida cristã?
Posted 19 days ago

 

Em viagens pela América Latina tenho adotado o hábito de sair para correr com estudantes. Enquanto corremos eu lhes peço para pensar em textos bíblicos que os motivam à atividade…

Exercício físico é útil para a vida cristã?
5ª Pizzada da Munil
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Posted 21 days ago

Fala galera!

A noite mais gostosa do semestre está chegando!

Venha participar da 5ª Pizzada da Munil, saborear vários tipos de pizza e ter a companhia da galera mais animada da universidade.

Quando?…

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Acampamento de Verão 2012!
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Posted 66 days ago

Fala Galera, tudo blz??

Vai rolar mais um Acampamento de Verão da Munil, vai acontecer dos dias 30 de Março (Sexta) até 01 de Abril (Domingo). Vai ser no Camping dos…

Acampamento de Verão 2012!
Atividades em Fevereiro!
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Posted 115 days ago

e aí galera, beleza? já decidiu o que vai fazer no mês de fevereiro? não?! então se anima pra ir com todo mundo em algum dos eventos abaixo!

 

33º Congresso de…

Atividades em Fevereiro!
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Em viagens pela América Latina tenho adotado o hábito de sair para correr com estudantes. Enquanto corremos eu lhes peço para pensar em textos bíblicos que os motivam à atividade física e que compartilhem como a prática esportiva lhes ajuda em sua vida espiritual.

Antes de revelar o que ouço abro parênteses para as objeções que às vezes escuto, normalmente dos que não se animam ao tour desportivo: “O que eu quero é correr ou esforçar-me contra a injustiça”, “prefiro dedicar-me à oração”, “o tempo é que corre e muitos estão perdidos”, “prefiro levantamento de garfo, ou de copo” e outras nessa linha.  É louvável o humor imaginativo, mas é menos apreciável a habilidade para criar dicotomias desnecessárias.

Às vezes as observações são acompanhadas por citações bíblicas e uma delas é curiosamente sempre mal citada. Geralmente dizem que o Paulo das Escrituras falou algo sobre o exercício físico ser de nenhum proveito. Interessante, logo Paulo que utilizou boas metáforas sobre o atleta e que na verdade disse que o exercício físico era de “algum proveito” (1 Tm 4.8).  Possivelmente se opunha à idolatria da atividade física, fazendo uma comparação entre o que era de proveito para essa vida, o exercício físico, com a piedade, que seria de proveito tanto para essa vida como para aquela outra depois da morte. Quer ser bom mordomo da vida que Deus te dá agora? Então preste atenção à atividade física.

Sobre essa memória bíblica que nos trai, proponho um teste. Pergunte a pessoas que tenham uma familiaridade com a Bíblia: “como é mesmo aquele texto em que Paulo fala sobre se há proveito ou não na atividade física?”. Observe então quantos dirão que Paulo afirma que “nenhum proveito há” ou que citarão “para nada serve”.  Aproveite e faça um segundo teste. Pergunte sobre aquele outro texto em que Paulo fala sobre “estar de pé e cair”. Anote quantos dirão “quem está de pé cuide que não caia”, citando muito mal a exortação do apóstolo que alertava que “aquele que pensa estar de pé é melhor ter cuidado para não cair” (1 Co 10.12, NTLH). Sutil, mas fundamental diferença. Uma luz amarela para aqueles que pensam que não precisam se cuidar.
Voltando àquelas vivências de sair para correr com estudantes de diferentes países, compartilho alguns textos citados em resposta à pergunta sobre as passagens que os motivam:
“Corro direto para a linha de chegada a fim de conseguir o prêmio da vitória”, “corram de tal maneira que ganhem o prêmio”, “o atleta que toma parte numa corrida não recebe o prêmio se não obedecer às regras da competição”, “os que confiam no Senhor… correm e não perdem as forças” (1).
É uma experiência muito interessante ouvir esses relatos, vendo as conexões que fazem e sua visão integral de uma vida saudável. Quanto à pergunta sobre como lhes ajuda a atividade física e os benefícios que essa lhes traz à sua vida, aqui vão algumas respostas que ouço:
“Ajuda-me a ter mais disciplina”, “agora consigo orar mais”, “planejo melhor minha vida e meus horários”, “conheci novas pessoas”, “me sinto mais forte para novos desafios”, “tenho mais disposição e saúde”, e por esse caminho seguem.
Para mim a motivação começou assim (2). Ela chegou em tempos de sedentarismo, de colesterol e triglicerídeos nas nuvens, de pecados preguiçosos e gastronômicos. Sim, comer mal também é pecado. Sinto muito por revelar essa verdade incômoda ao seu estômago, mas me alegro por ao menos despertar a sua acomodada alma. Também teve seus benefícios secundários importantes, como conseguir organizar-me melhor e a curiosa observação da esposa amada de que meu humor havia melhorado muito (como não consigo me lembrar se meu humor era assim tão ruim antes, talvez o esporte não tenha efeitos positivos sobre a memória).
Há tentações no caminho? Claro, somos assim, cheios de ambiguidades e defeitos. Há que tomar cuidado para evitar as comparações com os demais (o importante é que você mesmo progrida), com a competitividade extremada (reconheça seus limites), com a idolatria do corpo (cuidar é diferente de ser obsessivo) ou vigiar para não descuidar das relações, da família e das causas nobres a que te sentes chamado a cooperar com a sua vida e com a capacidade que Deus te deu.
Estou certo de que quando você decidir se cuidar melhor “você salvará tanto você mesmo como os que o escutam” (1 Tm 4.16). Busque avaliar se você já pensa que “está de pé” e que não precisa de mais esforço e de cuidado na vida. Imaginar que já estamos bem é o primeiro passo para o abismo. Cuidar, avaliar, revisar e esforçar-se pode ser um bom início ou o recomeço de uma nova e frutífera etapa na vida. Recobrará forças e assim estará mais em forma para lutar contra a injustiça, pecado e maldade no mundo.
Aproveite e compartilhe o que te anima ou o que te impede nesse caminho de cuidado com a vida. Juntos, porque a comunidade aqui também é importante, podemos correr, caminhar, nadar ou pedalar, valorizando a vida por onde o Senhor nos leva nesse mundo. Então, me diz aí, a que horas você colocará o despertador para tocar e com quem você irá correr amanhã?
Notas
1. Filipenses 3.14; 1 Coríntios 9.24;  2 Timóteo 2.5; Isaías 40.31 (NTLH)
2. Agradeço ao amigo e mestre Ziel Machado por animar-me nesse caminho.
Ricardo Wesley Morais Borges
É casado com Ruth e pai de Ana Júlia e Carolina. Eles são missionários brasileiros entre estudantes universitários no Uruguai.

  • Textos publicados: 2 [ver]

Fala galera!

A noite mais gostosa do semestre está chegando!

Venha participar da 5ª Pizzada da Munil, saborear vários tipos de pizza e ter a companhia da galera mais animada da universidade.

Quando? 05 de maio de 2012
Horário? 20h
Onde? Casa da Comunidade (Munil)
Valor? R$10,00, open pizza e open refri.

Traga seus amigos para curtirmos juntos este momento gordo e feliz!

Preencha o formulário no link abaixo, para termos noção de quantas pizzas comprar.

https://docs.google.com/spreadsheet/embeddedform?formkey=dHZkQ3JCY1RTQVhRRlM0dUxpX0NFd1E6MQ

Esperamos ver todos por lá!

Alderi Souza de Matos [1]

Caro irmão em Cristo,

Você tem o privilégio de frequentar um curso superior, algo que não está disponível para muitos brasileiros como você. Todavia, esse privilégio implica em muitas responsabilidades e em alguns desafios especiais. Um desses desafios diz respeito a como conciliar a sua fé com determinados ensinos e conceitos que lhe têm sido transmitidos na vida acadêmica.

Até ingressar na universidade, você viveu nos círculos protegidos do lar e da igreja. Nunca a sua fé havia sido diretamente questionada. Talvez por vezes você tenha se sentido um tanto desconfortável com certas coisas lidas em livros e revistas, com opiniões emitidas na televisão ou com alguns comentários de amigos e conhecidos. Porém, de um modo geral, você se sentia seguro quanto às suas convicções, ainda que nunca tivesse refletido sobre elas de modo mais aprofundado.

Agora, no ambiente secularizado e muitas vezes abertamente incrédulo da universidade, você tem ficado exposto a ideias e teorias que se chocam frontalmente com a sua fé até então singela, talvez ingênua, da infância e da adolescência. Os professores, os livros, as aulas e as conversas com os colegas têm mostrado outras perspectivas sobre vários assuntos, as quais parecem racionais, científicas, evoluídas. Algumas de suas crenças e valores parecem agora menos convincentes e você se sente pouco à vontade para expressá-los. No intuito de ajudá-lo a enfrentar esses desafios, eu gostaria de fazer algumas considerações e chamar a sua atenção para alguns dados importantes.

Em primeiro lugar, você não deve ficar excessivamente preocupado com as suas dúvidas e inquietações. Até certo ponto, ter dúvidas é algo que pode ser benéfico porque ajuda a pessoa a examinar melhor a sua fé, conhecer os argumentos contrários e adquirir convicções mais sólidas. O apóstolo Paulo queria que os coríntios tivessem uma fé testada, amadurecida, e por isso recomendou-lhes: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos” (2 Co 13.5). As dúvidas mal resolvidas realmente podem ser fatais, mas quando dão oportunidade para que a pessoa tenha uma fé mais esclarecida e consciente, resultam em crescimento espiritual e maior eficácia no testemunho. O apóstolo Pedro exortou os cristãos no sentido de estarem “sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós” (1 Pe 3.15).

Além disso, você deve colocar em perspectiva as afirmações feitas por seus professores e colegas em matéria de fé religiosa. Lembre-se que todas as pessoas são influenciadas por pressupostos, e isso certamente inclui aqueles que atuam nos meios universitários. A ideia de que professores e cientistas sempre pautam as suas ações pela mais absoluta isenção e objetividade é um mito. Por exemplo, muitos intelectuais acusam a religião de ser dogmática e autoritária, de cercear a liberdade das pessoas e desrespeitar a sua consciência. Isso até pode ocorrer em muitos casos, mas a questão aqui é a seguinte: Estão os intelectuais livres desse problema? A experiência mostra que os ambientes acadêmicos e científicos podem ser tão autoritários e cerceadores quanto quaisquer outras esferas da atividade humana. Existem departamentos universitários que são controlados por professores materialistas de diversos naipes – agnósticos, existencialistas e marxistas. Muitos alunos cristãos desses cursos são ridicularizados por causa de suas convicções, não têm a liberdade de expor seus pontos de vista religiosos e são tolhidos em seu desejo de apresentar perspectivas cristãs em suas monografias, teses ou dissertações. Portanto, verifica-se que certas ênfases encontradas nesses meios podem ser ditadas simplesmente por pressupostos ou preconceitos antirreligiosos e anticristãos, em contraste com o verdadeiro espírito de tolerância e liberdade acadêmica.

Você, estudante cristão que se sente ameaçado no ambiente universitário, deve lembrar que esse ambiente é constituído de pessoas imperfeitas e limitadas, que lidam com seus próprios conflitos, dúvidas e contradições, e que muitas dessas pessoas foram condicionadas por sua formação familiar e/ou educacional a sentirem uma forte aversão pela fé religiosa. Tais indivíduos, sejam eles professores ou alunos, precisam não do nosso assentimento às suas posições antirreligiosas, mas do nosso testemunho coerente, para que também possam crer no Deus revelado em Cristo e encontrem o significado maior de suas vidas.

Todavia, ao lado dessas questões mais pessoais e subjetivas, existem alegações bastante objetivas que fazem com que você se sinta abalado em suas convicções cristãs. Uma dessas alegações diz respeito ao suposto conflito entre fé e ciência. O cristianismo não vê esse impasse, entendendo que se trata de duas esferas distintas, ainda que complementares. Deus é o criador tanto do mundo espiritual quanto do mundo físico e das leis que o regem. Portanto, a ciência corretamente entendida não contradiz a fé; elas tratam de realidades distintas ou das mesmas realidades a partir de diferentes perspectivas. O problema surge quando um intelectual, influenciado por pressupostos materialistas, afirma que toda a realidade é material e que nada que não possa ser comprovado cientificamente pode existir. O verdadeiro espírito científico e acadêmico não se harmoniza com uma atitude estreita dessa natureza, que decide certas questões por exclusão ou por antecipação.

Mas vamos a alguns tópicos mais específicos. Você, universitário cristão, pode ouvir em sala de aula questionamentos de diversas modalidades: acerca da religião em geral (uma construção humana para responder aos anseios e temores humanos), de Deus (não existe ou então existe, mas é impessoal e não se relaciona com o mundo), da Bíblia (um livro meramente humano, repleto de mitos e contradições), de Jesus Cristo (nunca existiu ou foi apenas um líder carismático), da criação (é impossível, visto que a evolução explica tudo o que existe), dos milagres (invenções supersticiosas, uma vez que conflitam com os postulados da ciência), e assim por diante. Não temos aqui espaço para responder a todas essas alegações, mas perguntamos: Quem conferiu às pessoas que emitem esses julgamentos a prerrogativa de terem a última palavra sobre tais assuntos? Por que deve um universitário cristão aceitar tacitamente essas alegações, tantas vezes motivadas por preferências pessoais e subjetivas dos seus mestres, como se fossem verdades definitivas e inquestionáveis?

O fato é que, desde o início, os cristãos se defrontaram com críticas e contestações de toda espécie. Nos primeiros séculos da era cristã, muitos pagãos acusaram os cristãos de incesto, canibalismo, subversão e até mesmo ateísmo! Foram especialmente contundentes as críticas feitas por homens cultos como Porfírio e Celso, que questionaram a Escritura, as noções de encarnação e ressurreição, e outros pontos. Eles alegavam que o cristianismo era uma religião de gente ignorante e supersticiosa. Em resposta a esses ataques intelectuais surgiu um grupo de escritores e teólogos que ficaram conhecidos como os apologistas e os polemistas. Dentre eles podem ser citados Justino Mártir, Irineu de Lião, Tertuliano, Clemente de Alexandria e Orígenes, que produziram notáveis obras em defesa da fé cristã.

Em nosso tempo, também têm surgido grandes defensores da cosmovisão cristã, tais como Cornelius Van Til, C. S. Lewis, Francis Schaeffer, R. C. Sproul, John Stott e outros, que têm utilizado não somente a Bíblia, mas a teologia, a filosofia e a própria ciência para debater com os proponentes do secularismo. Além deles, outros autores têm publicado obras mais populares acerca do assunto, apresentado argumentos convincentes em resposta às alegações anticristãs. Um bom exemplo recente é o livro de Lee Strobel, Em Defesa da Fé, que possui um capítulo especialmente instrutivo sobre uma questão até hoje não aclarada pela ciência, ou seja, a origem da vida. É importante que você, universitário cristão, leia esses autores, familiarize-se com seus argumentos e reflita de maneira cuidadosa sobre a sua fé, a fim de que possa resistir à sedução dos argumentos divulgados nos meios acadêmicos.

Outra iniciativa importante que você deve tomar é aproximar-se de outros estudantes que compartilham as mesmas convicções. É muito difícil enfrentar sozinho as opiniões contrárias de um sistema ou de uma comunidade. Por isso, envolva-se com um grupo de colegas cristãos que se reúnam para conversar sobre esses temas, compartilhar experiências, apoiar-se mutuamente e cultivar a vida espiritual. Muitas universidades têm representantes da Aliança Bíblica Universitária (ABU) e de outras organizações cristãs idôneas que visam precisamente oferecer auxílio aos estudantes que se deparam com esses desafios. Não deixe também de participar de uma boa igreja, onde você possa encontrar comunhão genuína e alimento sólido para a sua vida com Deus.

Em conclusão, procure encarar de maneira construtiva os desafios com que está se defrontando. Veja-os não como incômodos, mas como oportunidades dadas por Deus para ter uma fé mais madura e consciente, para conhecer melhor as Escrituras, para inteirar-se das críticas ao cristianismo e de como responder a elas, para dar o seu testemunho diante dos seus professores e colegas, por palavras e ações. Saiba que você não está só nessa empreitada. Além de irmãos que intercedem por sua vida, você conta com a presença, a força e a sabedoria do Senhor. Muitos já passaram por isso e foram vitoriosos. Meu desejo sincero é que o mesmo aconteça com você. Deus o abençoe!



[1] Alderi Souza de Matos é doutor pela Boston University e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Fala Galera, tudo blz??

Vai rolar mais um Acampamento de Verão da Munil, vai acontecer dos dias 30 de Março (Sexta) até 01 de Abril (Domingo). Vai ser no Camping dos Açores, o lugar é bem massa!. O custo é de R$ 50,00 (Com as diárias do camping e as refeições inclusas!) e para fazer a sua inscrição, é só clickar no link abaixo e preencher seus dados!

FAÇA SUA INSCRIÇÃO AQUI

Toda discussão a respeito de temas como homossexualidade, aborto, eutanásia costumam surgir no campo moral. Basta ver que os argumentos tendem a dizer se é *certo* ou se é *errado*. Qualquer pensador honesto e razoável sabe que não é possível falar sobre certo ou errado sem que haja um legislador acima de nós que determine, de modo geral, o que é certo e o que é errado.
Embora Dostoiévski não tenha afirmado literalmente dessa maneira, estamos falando da velha máxima “se Deus não existe, tudo é permitido”. O argumento contrário de que não há a necessidade de um Deus para que existam leis morais geralmente diz que existem ateus morais e cristãos imorais. A questão, no entanto, não é esta. Mas, se Deus existe ou não. Ninguém está dizendo que para se levar uma vida boa e decente alguém precisa,
necessariamente, acreditar na existência de Deus. Podemos, também, perfeitamente elaborar um sistema ético sem fazer qualquer referência a Deus. Mas, se Deus não existe, pode se falar em deveres morais objetivos ou de responsabilização do ser humano pelos atos cometidos?

Uma vez que concordamos que Deus existe podemos partir para o próximo passo: se existe um Deus que eus é esse? Como cristão responderei obviamente tratar-se do Deus revelado na Bíblia, a Sagrada Escritura da fé cristã. Assumir que Deus existe é assumir uma referência, um legislador que está acima de nós. Portanto, quando frequentemente ouvimos coisas do tipo: “quem é você para dizer que isso é errado?”, é possível também inverter a questão e perguntar: “quem é você para dizer que isso é certo?” Se alguém que se diz cristão quiser ser coerente terá que responder a qualquer das questões acima da mesma maneira: “Eu não sou ninguém. Quem determina o que é certo e o que é errado é Deus. E, com Ele quero aprender para obedecê-lo”. Logo, chega-se à questão sobre a legitimidade da homossexualidade ou de qualquer outro tema como aborto, eutanásia, pedofilia e etc. Se não há Deus, então, também não existe certo e errado.
Então, vence o discurso de quem ‘gritar mais alto’. Ou seja, tudo se resume a uma disputa de poder e imposição. Deixemos que a seleção natural siga o seu curso determinando as coisas. O que for mais vantajoso para a sobrevivência irá determinar o melhor comportamento para a perpetuação da espécie. Continuemos, no máximo, a nos esforçar por uma moralidade de bando a fim de dar prosseguimento à perpetuação da espécie.

Porém, ao consultarmos a Bíblia constataremos que ela considera o certo e o errado. Claro, pois existe um Deus criador e legislador. Um Deus que criou o ser humano e que disse também “não matarás” e “não furtarás”, por exemplo. Mediante isto, restam duas alternativas: procurar conhecer este Deus, a sua sabedoria e também a sua soberania e, submeter-me a Ele. Ou, negá-lo e viver de maneira autônoma. Suspeito que na maioria dos casos, as pessoas não estão na realidade vivendo de certa maneira porque não acreditam em Deus. Mas, escolhem acreditar num “deus” (ou em nenhum) segundo a vida que escolheram levar.